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Diretores do Sindicato dos Tecelões declara apoio à pré-candidatura de Fábio Barros a Deputado Federal


Ontem (20.05), às 9h, o Sindicato dos Tecelões do Paulista, Abreu e Lima e Igarassu realizou assembleia para discutir a pauta do dissídio coletivo de 2018. Na ocasião, o presidente, José Mandú, relembrou as ações realizadas pelo mandato do vereador Fábio Barros (PSB) e afirmou o compromisso que ele tem com diversas categorias de trabalhadores, declarando apoio do Sindicato à sua pré-candidatura como deputado federal.
José Mandú também falou sobre a importância das conquistas políticas do Sindicato no último ano, citando ações como o reconhecimento do título de utilidade pública, a sessão solene em homenagem aos 76 anos do Sindicato, e o também reconhecimento do prédio do Sindicato, junto com outros prédios públicos e privados, como IEP (Imóveis Especiais de Preservação), através da aprovação e sansão do Projeto de Lei 008/2018, de autoria do Governo Municipal.

CORO SINFÔNICO DO STBNB APRESENTA NOVA TEMPORADA DE CONCERTOS

No dia 31 de maio, a partir das 19h, na Capela David Mein, o Coro Sinfônico receberá grupos convidados e o público poderá apreciar 3 recitais em um único dia. De 7 a 10 de junho, o grupo finaliza o semestre com o Requiem de John Rutter. As entradas são gratuitas




O público pernambucano está convidado para assistir a primeira edição dos Concertos de Outono do Coro Sinfônico da Faculdade do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil (STBNB), grupo renomado com mais de cinquenta anos de atividades no cenário musical pernambucano. As 50 vozes mais apreciadas da Região Metropolitana da capital inovam com três recitais sucessivos e gratuitos que contam com a participação do Coro Contracantos da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), do Coro de Câmara do Conservatório Pernambucano de Música (CPM), e do Grupo Instrumental Brasil. O evento está agendado para o dia 31 de maio, a partir das 19h, na Capela David Mein, que fica na Rua Padre Inglês, no bairro da Boa Vista, no Recife.


Ao oferecer um repertório sacro, erudito e popular, o Coro Sinfônico celebra os 40 anos ininterruptos de atividades da cantora Dijanete Perruci, membro do grupo e homenageada do evento. “Dijanete merece todas as homenagens neste quadragésimo aniversário de atividades com o Coro e, também, por sua belíssima trajetória como cantora e professora de canto na cidade do Recife. A estreia dos Concertos de Outono tem o objetivo de reunir grupos instrumentais e vocais do estado oferecendo acesso gratuito, à música, para o público”, explica a regente do Coro, Hadassa Rossiter.


Após os Concertos de Outono, o Coro do STBNB segue com o Requiem de John Rutter, as récitas de fechamento do primeiro semestre de 2018 que acontecerão de 7 a 10 de junho. “É uma obra erudita contemporânea com sonoridade surpreendente. Densa e leve ao mesmo tempo. Um desafio para as nossas 50 vozes! Estamos bastante ansiosos para executá-la, pois já mesmo nos ensaios somos tomados de grande emoção com suas letras e harmonias”, conta a regente, Hadassa Rossiter.


O Requiem conta com a participação do violoncelista e solista Fabiano Menezes e as sonoridades de outros instrumentos musicais a exemplo da harpa, do órgão, da flauta, do oboé e da percussão. Neste recital, serão executadas obras de Ralph Manuel, Ken Medema, Luciano Belo e Joseph Martin. O final conta com um coro só de vozes masculinas. As apresentações do Requiem acontecerão na Capela da Faculdade STBNB, na Igreja Batista do Cordeiro e no Instituto Ricardo Brennand.
Confira a programação geral:
- 31.05 às 19h - Concertos de Outono na Capela David Mein, Faculdade STBNB (Rua Padre Inglês, 243, Boa Vista, no Recife)
- 7.06 às 20h - Requiem de John Rutter na Capela David Mein, Faculdade STBNB (Rua Padre Inglês, 243, Boa Vista, no Recife)
- 8.06 às 19h - Requiem de John Rutter na Igreja Batista do Cordeiro (Rua Nossa Senhora da Saúde, 83, Cordeiro, Recife)
- 10.06 às 15h - Requiem de John Rutter no Instituto Ricardo Brennand (Alameda Antônio Brennand, s/n, Várzea, Recife).


O ingresso do concerto do dia 10 de junho tem o custo da entrada do próprio Instituto no valor de R$25 com direito à meia entrada. Todos os outros concertos são gratuitos e abertos ao público.


Coro Sinfônico do STBNB - É um grupo coral recifense mantido pelo Departamento de Música da Faculdade STBNB desde 1962, data de sua criação. É integrado por uma seleção de professores, alunos e ex-alunos do STBNB e, também, por pessoas da comunidade que demonstram interesse pela música coral. Dentre os alunos participantes, vários são oriundos de outras cidades do Brasil, fato este devido a que os cursos da Faculdade têm regularmente atraído alunos de fora da cidade do Recife.


Dentre os objetivos principais do Coro Sinfônico estão a divulgação da música coral de alta qualidade, a evolução musical dos alunos e a divulgação do STBNB. O Coro cumpre um programa que se destina a descobrir e apresentar novas composições sacras, assim como executar obras eruditas e folclóricas. Atualmente, o coro está sob a direção musical da professora Esp. Hadassa Rossiter – também professora de Regência da Faculdade STBNB –, e tem como corepetidores os pianistas Emerson Sullywan, Esp. Keila Guimarães e Daniel Sales.


Maestrina Hadassa Rossiter - licenciada em Música pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e especialista em Metodologia do Ensino da Música pelo Instituto Brasileiro de Pós-Graduação e Extensão (IBPEX), é Regente e Diretora Musical do Coro Sinfônico desde 2015. Atua como produtora musical e cantora, tendo participado de diversos trabalhos com artistas e grupos como o Arabiando, Tio Bruninho, e Xico Bizerra. Lançou um trabalho próprio, em 2007, intitulado "Hadassa Rossiter - Minha Esperança". Como educadora, atua na Educação Profissional de Nível Técnico no Conservatório Pernambucano de Música e na Educação de Nível Superior na Faculdade STBNB.

Ecolume/IPA investirá em agricultura de baixa carbono no Sertão


Depois de iniciar o projeto pioneiro para produção de alimentos através de um sistema de energia solar em Ibimirim, estimulando o consumo de plantas nativas da Caatinga, com alto valor nutricional e já adaptadas ao clima seco desta região, a rede de pesquisadores nacional (Ecolume), liderada pelo Laboratório de Mudança Climática do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), ampliará o número de comunidades e de cidades atendidas no Sertão de PE. E para isso, além de já contar com recursos financeiros do CNPq (R$ 420 mil), poderá receber investimentos do Instituto socioambiental Ekos Brasil. O projeto foi pré-selecionado na última semana. Com o recurso, serão instalados painéis fotovoltaicos voltado para Agricultura de Baixo Carbono (ABC) em comunidades com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), já atendidas pelo IPA.

"Os projetos e serviços socioambientais em sintonia com as mudanças climáticas precisam ser ampliados no Semiárido, região de clima seco e que já se verifica o aumento da temperatura em várias cidades", revela a climatologista e doutora em Recursos Hídricos Francis Lacerda, que é pesquisadora do IPA e coordenadora da Rede Ecolume. Ela realça que no semiárido pernambucano e do NE está o bioma Caatinga - único no mundo e com uma das maiores biodiversidade e com a maior população vivendo dentro dele em comparação a outros biomas. Uma agricultura eficiente e sustentável, portanto, é vital para preservação da população, fauna e flora, dependendo de ações dentro do novo paradigma do clima.

Neste sentido, a Ecolume desenvolveu e vem aplicando pioneiramente um projeto em Ibimirim, na escola Serta, através do novo conceito onde viabiliza "plantar água", "comer Caatinga" e "irrigá-la com o sol". Francis explica que plantar água é uma metáfora onde mostra a manutenção do ciclo hidrológico em áreas florestais. A planta mantêm a umidade do solo e libera para atmosfera, contribuindo para regular o microclima do local. Assim, para "plantar água", deve-se fazer o recaantigamento (replantio) de plantas nativas ou adaptadas ao clima do semiárido. E replantando as que podem ser consumidas pelas pessoas, é possível "comer Caatinga". O umbu e espécies de sorgo são algumas dessas vegetações, estudadas pelas unidades do IPA em Ibimirim e em Araripina respectivamente. "O pão de farinha de sorgo, por exemplo, já é vendido em padarias do Recife, sendo uma alternativa para quem não pode comer glúten", diz Francis.   

As mudanças climáticas não só trazem vulnerabilidades. Elas também geram oportunidades para o sertanejo e para a Caatinga, desde que quando o ser humano despertar para a sua preservação como indutora de prosperidade social e ambiental integrada. Para isso, é preciso que sejam adaptadas práticas socioeconômicas, como a agricultura familiar. "Se o semiárido convive historicamente com pouca chuva, solo seco e com altas temperaturas, que aumentarão, é indispensável tirar proveito desse cenário. E isso é possível quando se transforma a abundante radiação solar do semiárido, sendo ela vital para "irrigação" das plantas, através da sua transformação em energia elétrica através do painel fotovoltaico para captar e bombear água", diz Francis. Por estar no clima semiárido, a pesquisadora frisa o necessário uso eficiente e eficaz da pouca água da região, mas bem suficiente quando pelo gerenciamento de cada gota.
  
O conceito da Ecolume potencializa a implantação de uma agricultura familiar sustentável de baixo carbono no Sertão, aquela capaz de reduzir a emissão de gases de efeito estufa através da produção de energia renovável. Também absolve, através das plantas, o CO² já disperso na atmosfera. E ainda oportuniza a produção de alimentos provenientes do plantio de culturas de plantas nativas e adaptadas ao clima local. E isso potencializa outros benefícios socioambientais, como uma melhor  qualidade do ciclo hidrológico e a reeducação relativa ao uso da água.

"Assim, o IPA vem contribuindo para a transição de uma agricultura mais limpa e saudável para os produtores e consumidores. E o Ecolume está atualíssimo ao incentivar uma produção que valoriza o homem e o seu modo de vida e de produção dentro do bioma, aproveitando o sol como produtor de energia e não de seca e de miséria", avalia a doutora em Sociologia Rural, Eliane Noya, do Departamento de Pesquisa do IPA. A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) também está nesta missão. O pesquisador Alexandre Barros, do Centro Nacional de Solos, é um dos membros da Ecolume e está bastante entusiasmado.

Para Geraldo Magela, coordenador do Departamento de Pesquisa do IPA, as atividades de recomposição das plantas nativas e adaptadas à  Caatinga e de produção de energia renovável propostas pelo Ecolume têm relação intrínseca com os programas centrais definidos pela ONU para a Agricultura de Baixo Carbono (ABC). O Ecolume inclusive tem um outro projeto neste sentido em análise pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). O resultado final deve sair nas próximas semanas. "Dos setes programas centrais para a ABC, considero as mudanças do clima a base de todos os outros prioritários", diz Magela. Ele avalia o conceito do Ecolume como também pedagógico para a capacitação profissional dos extensionistas e agricultores sobre a mudança climática, sobretudo para compreensão deles sobre a adoção de ações de mitigação e adaptação de curto prazo das suas atividades. 

Francis acredita que foi por conta dessas premissas do "plantar "água, "comer Caatinga" e irriga-la com o sol, voltado para o desenvolvimento de uma agricultura familiar de baixo carbono, que o projeto do Ecolume foi pré-selecionado para o financiamento da Ekos Brasil - uma instituição socioambiental ligada ao Itaú Unibanco. A entidade apoia iniciativas com novos paradigmas socioambientais (Ecomudança) e que contribuam na geração de renda das comunidades envolvidas e possam ser replicados.  O resultado final do Ekos sobre o projeto "Sistema Agrovoltaico Familiar no Sertão frente às Mudanças Climáticas" do Ecolume sai até setembro.

Além do IPA e da Embrapa, a rede Ecolume é formada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Instituto Nacional do Semiárido (Insa), Instituto Federal do Sertão, Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Sustentabilidade e Serviço de Tecnologia Alternativa (Serta).  

Combate à violação de direitos do público infanto-juvenil em Aguazinha

Trabalho foi feito de casa em casa         
A sensibilização e o combate efetivo nortearam as ações em Olinda. A cidade participou do movimento nacional pelo Dia de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Técnicos da gestão municipal percorreram as ruas do bairro de Aguazinha, conversando com moradores e distribuindo materiais informativos. Na área há incidência de casos, incluindo também a prática do trabalho infantil. Durante todo o mês, a Secretaria de Desenvolvimento Social, Cidadania e Direitos Humanos de Olinda executa um calendário de atividades para lembrar essa luta, incentivando o engajamento da população e a denúncia desses crimes.



Foi assim nas ruas Maria Juracy, Maria dos Prazeres e Maria Laura, nas imediações do antigo aterro sanitário, hoje desativado. Junto aos moradores, as equipes afixaram cartazes e adesivos em residências e pontos comerciais. O material alerta sobre a necessidade de proteção aos menores, informando também o número 100, utilizado para informar os casos por telefone. A ligação é gratuita e o anonimato garantido. “Estamos unidos para combater efetivamente a essas graves violações, evitando que possam deixar marcas na vida desses meninos e meninas. Olinda tem trabalhado com ações sistêmicas, contando com parcerias, e sempre buscando mudar esta realidade”, explicou o secretário da pasta, Odin Neves.

Os agentes do Centro de Referência Especializado em Assistência Social de Olinda (CREAS) promoveram também uma passeata nas vias, exibindo faixas para ressaltar a gravidade do problema. Em Pernambuco, apenas no primeiro trimestre de 2018, a Secretaria de Defesa Social registrou 138 casos de estupro contra vítimas de 0 a 11 anos. O levantamento aponta ainda mais de 200 ocorrências em que as vítimas têm entre 12 e 17 anos. De acordo com a coordenadora, Maria Moura, a conscientização deve começar dentro de casa. “Os inúmeros casos identificados no próprio seio familiar nos mostram que as crianças devem ser observadas de perto pelos pais e responsáveis, ouvindo-as e prestando atenção em qualquer sinal diferente”, explicou.

Fotos: Thiago Bunzen

Reunião Ordinária do Comitê Gestor da Orla acontece nesta quarta-feira

Comerciantes, moradores e demais pessoas quem queiram participar estão convidados



Acontece, nesta quarta-feira (23.05), a Reunião Ordinária do Comitê Gestor da Orla. Comerciantes, moradores e demais pessoas quem queiram participar do planejamento para uma convivência cada vez melhor estão convidados para integrar o grupo. Será na Secretaria de Meio Ambiente Urbano e Natural de Olinda, na Estrada do Bom Sucesso, 306. Das 9h às 12h.

Publicado edital para obra de melhoria do abastecimento do distrito de Guadalajara, em Paudalho

O sistema atual , administrado pela prefeitura, passará para a  gestão da Compesa                                 

A Companhia Pernambucana de Saneamento – Compesa  publicou hoje (17), no Diário Oficial do Estado, o edital para a contratação da empresa que irá executar a obra de ampliação do Sistema de Abastecimento de Água do distrito de  Guadalajara, no município de Paudalho. O sistema atual é administrado pela Prefeitura e apresenta uma série de problemas de ordem técnica e operacional. A realização da obra é um pleito feito por várias lideranças da cidade, que manifestaram o desejo para que a Compesa realizasse os investimentos necessários para melhorar a prestação dos serviços na localidade. “Levamos o pleito ao governador Paulo Câmara, que prontamente autorizou a elaboração do projeto e viabilizou os recursos necessários para essa importante obra”, assegura o presidente da Compesa, Roberto Tavares.



Segundo o dirigente da estatal, a companhia está sempre aberta a conversar com prefeituras que operam seus próprios sistemas de abastecimento de água  e que desejam repassar para a Compesa administrar. “Isso demonstra o reconhecimento sobre a nossa gest