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Confira a programação da festa de 83 anos de Emancipação Política do Paulista

A programação do aniversário dos 83 anos de Emancipação Política do Paulista começa nesta sexta-feira (24.08). O primeiro dos 12 dias de festividade em alusão à data (04 de setembro) será celebrado com procissão, missa, quermesse e apresentação musical no Centro. As atividades, que têm início às 18h, fazem parte da festa da padroeira da cidade, Nossa Senhora dos Prazeres dos Maranguapes, e foram inseridas nas comemorações oficiais do município.  



Além da parte religiosa, a programação inclui apresentações culturais ao longo dos dias de festa. A grade conta com cantores conhecidos do público, como o Padre Damião Silva, Adilson Ramos, Augusto César, além das bandas Rossi, O Disco, entre outras atrações. Os shows vão ocorrer na Praça Agamenon Magalhães, em frente à Igreja Matriz de Santa Isabel, no Centro da cidade. Tudo de graça.

Nesse ano, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Cultura está apostando numa programação dedicada à família paulistense, que vai ter a oportunidade de participar de momentos de devoção e descontração com os shows ao ar livre na praça. A ideia é chamar a população pra se divertir como no passado, onde as festividades reuniam os moradores da cidade para celebrar datas importantes num clima de comunhão e alegria. 

A programação religiosa e cultural da Emancipação Política do Paulista faz parte de uma parceria entre a gestão municipal e Arquidiocese de Olinda e Recife, que está à frente das comemorações da padroeira. A fé e devoção a Nossa Senhora dos Prazeres dos Maranguapes, inclusive, teve início em Portugal no século XVI, quando houve a aparição da santa em uma fonte durante uma terrível peste que dizimava a população de Lisboa. Após o fato, vários enfermos foram curados ao beberem da água milagrosa.

A devoção no Paulista surgiu antes mesmo de se tornar cidade. No ano de 1619 começaram as  homenagens à santa nas terras da Reserva Ecológica Mata do Janga, no bairro de Maranguape II. O primeiro vigário foi dom Manuel Rodrigues Neto. O sacerdote foi nomeado para o ofício por Dom João V. A criação da paróquia ocorreu em 1681.

Confira a grade de apresentações:
Sábado (25.08) - Dj Angelus
Domingo (26.08) –Raízes do Forró
Segunda-feira (27.08) – Carla
Terça-feira (28.08) – Davi do Forró e Cristiano Diniz
Quarta-feira (29.08) – Sambarylove
Quinta-feira (30.08) – Forró das Estrelas
Sexta-feira (31.08) – Eduarda Alves
Sábado (1º.09) – Banda Ynove e Elivieira
Domingo (02.09) – Frei Damião Silva, O Disco e Augusto César
Segunda-feira (03.09) – Adilson Ramos e Banda Rossi
Terça-feira (04.09) – Dia da Emancipação Política – Hasteamento das bandeiras; Missa solene; Entrega das Comendas Pe. João Ribeiro.

16º Festival Recifense de Literatura – A Letra e a Voz homenageia o poeta Miró

Percorrendo as pontes que ligam geografias e conteúdos, o Festival Recifense de Literatura - A Letra e a Voz chega à sua 16ª edição entre os próximos dias 24 e 26 de agosto. Com o tema A Cidade do Poeta e o Poeta da Cidade, que celebra a poesia urbana e urgente de Miró, a programação volta a ocupar este ano a Avenida Rio Branco, com a já tradicional feira de livros, além de rodas de conversa, oficinas, lançamentos e debates gratuitos, para discutir como paisagens habitam obras e seus autores. 


A programação é uma realização da Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundação de Cultura Cidade do Recife, em parceria com a Academia Pernambucana de Letras e a Universidade Católica de Pernambuco.
“O evento deste ano celebra a produção literária contemporânea e espontânea”, disse o presidente Diego Rocha, na coletiva de imprensa realizada na tarde de hoje, na Prefeitura do Recife, para anunciar a programação. “A literatura sempre buscou desvendar a incógnita que são as metrópoles. Aconteceu na Paris de Baudelaire. Na Londres de Dickens. No Rio de Janeiro de Lima Barreto. E aqui também, no Recife de Miró, poeta cuja vida e obra se confundem com as cinzas, as ferrugens, as fumaças, luzes, buzinas e folguedos da cidade”, complementou Sennor Ramos, curador do evento.
“Eu sou isso mesmo, sou essa cidade, sou o Recife”, confirmou Miró. “Tenho 40 anos de poesia nas ruas dessa cidade. Já vivi muita coisa, já vendi nove livros enquanto atravessava uma ponte. Mas essa é a primeira vez que recebo uma homenagem. Vivo e sobrevivo de poesia. Ela me salva de tudo. E agora me trouxe até aqui. É muito emocionante ser homenageado por minha poesia e por minha cidade.”
Miró abrirá o Festival, na sexta-feira (24), a partir das 17h, em um bate papo com a provocação de Sidney Rocha e encerrará o evento, no domingo (26), também a partir das 17h, dividindo o palco com o músico Amaro Freitas, o DJ e poeta Clécio Rimas e com a vencedora do Slam BR (Campeonato Brasileiro de Poesia Falada), Bell Puã. Mas a programação reunirá também outros grandes nomes.
Coletânea - Ainda na sexta, haverá o lançamento da coletânea Denis Bernardes de Ensaios, cujas inscrições foram lançadas na edição passada do Festival. A publicação, financiada pela Prefeitura do Recife, conta com textos selecionados a partir da curadoria de Antônio Paulo Rezende, Cícero Belmar e Jorge Siqueira. Antes do lançamento, haverá roda de conversa, a partir das 19h, com os autores da coletânea sobre o tema Conhecendo mais e melhor o Recife. A apresentação será de Cícero Belmar e Jorge Siqueira.
Oficinas - O sábado (25) será o mais intenso dia de programação. As atividades começam já a partir das 14h, com a realização de quatro oficinas gratuitas:
Para diminuir a gravidade das coisas ─ Poesia visual, com a publicitária, poetisa e escritora Clarice Freire, que mantém no Facebook e no Instagram o perfil Pó de Lua, de poesia desenhada
Agulhas, dobras & cavalos: noções de diagramação e artesania editorial, com o historiador e poeta Fred Caju, da editora de livros artesanais Castanha Mecânica
Vento nonsense na cidade ─ Narrativas em quadrinhos, com o cartunista e ilustrador João Lin  
Narrativas breves (e outras bem tanto), com o contista, romancista, editor e produtor cultural pernambucano Marcelino Freire, nascido em Sertânia e ganhador d